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Nota Institucional sobre Polilaminina

A Aspec Brasil buscou esclarecimentos junto a médico especialista sobre a possível aplicação da polilaminina nas doenças neurológicas acolhidas pela instituição.

De acordo com a orientação recebida, a polilaminina é considerada uma terapêutica promissora. No entanto, ainda precisará passar por fases mais ampliadas de estudos clínicos antes que qualquer indicação possa ser estabelecida.

Até o momento, os resultados divulgados referem-se a estudos relacionados a lesões traumáticas agudas.
Os dados enviados às agências regulatórias são predominantemente pré clínicos, e as fases clínicas ainda deverão ser complementadas, seguindo rigorosamente os critérios de segurança, eficácia e monitoramento exigidos para qualquer nova medicação.

Ainda será necessário compreender:

  • Quais seriam os cenários mais adequados para eventual uso futuro
  • Quais os benefícios clínicos reais
  • Quais os possíveis efeitos e implicações no uso a longo prazo

Até o presente momento, não há comprovação clínica para doenças neurológicas crônicas e neurodegenerativas, incluindo as condições acolhidas pela Aspec Brasil.

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Estudos Clínicos: Paraparesia Espástica Hereditária

Para que um medicamento esteja em uma farmácia e seja usado com segurança e efetividade para determinada doença é necessário um longo percurso. E nesse caminho é essencial conhecermos bem a doença: sua causa e os processos através do qual surgem os sintomas.

Dessa maneira, para que tenhamos um medicamento que impeça a progressão da Paraparesia Espástica Hereditária, é necessário conhecer detalhadamente cada subtipo, tendo assim um melhor entendimento dos sintomas e do avanço da doença nos diversos subtipos para direcionar potenciais tratamentos a serem testados.

Atualmente existem vários estudos clínicos envolvendo à PEH. Abaixo estão relacionados aqueles em andamento cadastrados na página https://clinicaltrials.gov. Estes estudos clínicos estão concentrados nos Estados Unidos e Alemanha, em breve, falaremos de outros estudos ao redor do mundo.

 

Por Celyna K. Rackov1 e Michelle L. Detoni2

1Diretora do Núcleo Médico Científico da ASPEH Brasil

2Doutora em Ciências Biológicas (Genética & Biotecnologia)